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Como está a saúde financeira da sua empresa?

Há muitos fatores necessários para que uma empresa funcione corretamente e a saúde financeira é um dos mais importantes. Para entender o nível de relevância é só perceber que o crescimento do empreendimento depende dela. Por isso, é crucial que o empreendedor esteja ciente dos sinais que mostram como está o desempenho da organização.

O que é saúde financeira?

Uma empresa não é apenas um prédio onde pessoas trabalham. Um empreendimento é um organismo e, dessa maneira, cada setor do local é um órgão que trabalha para mantê-lo vivo. Como sabemos, ter os órgãos funcionando não é suficiente, ainda é preciso que haja 100% de execução, ou seja, é preciso que ele esteja saudável.

Nesse caso, quando pensamos em saúde financeira, estamos querendo dizer que são ações que proporcionam a esse “corpo” perfeitas condições para o seu funcionamento. Em uma empresa isso significa contas em dia, lucro real, bom desempenho dos funcionários e condições para enfrentar imprevistos.

A saúde financeira tem uma importância muito grande e é necessário que ela seja monitorada periodicamente, para garantir que a companhia se mantenha no mercado sem dores de cabeça.

 

Quais são os sinais de que a saúde financeira da sua empresa está ruim?

Rentabilidade abaixo do setor

Aqui é necessário avaliar como está a lucratividade da empresa. É preciso analisar se ela está realmente obtendo um lucro real ou apenas faturando alto e não obtendo renda alguma. Entenda que mesmo que o empreendimento consiga vender bastante, ele pode não conseguir tirar uma receita disso, seja por causa de dívidas ou por gastos desnecessários.

Ao avaliar esse tipo de índice você poderá ter uma melhor noção de como estão as despesas de sua companhia. Lembre-se que tudo o que se consegue deve ser dividido entre investimentos e gastos fixos (luz, água, telefone, etc.). Se disso não sobrar nada, algo está errado.

Procure observar se não há contas demais ou se as aplicações estão rendendo. Dessa forma, você consegue não desperdiçar o seu dinheiro.

Aumento do endividamento

Dívidas nunca são bem-vindas, principalmente se estiverem em excesso. É importante entender que, no caso de empreendimentos, é sempre possível que elas apareçam, porém, nunca podem ser em grande quantidade ao ponto de prejudicar os resultados do mês.

Existe um cálculo que ajuda a saber se o seu empreendimento está com um nível alto de endividamento. Você pega o valor total das despesas e o divide pelo total dos bens, investimentos e direitos da companhia. Se o valor for muito alto, significa que boa parte daquilo que a empresa recebe vai para resolver os débitos. O que é um mau sinal.

É fundamental cuidar das dívidas, pois elas afetam não só o desempenho da companhia, como o que os clientes, bancos e possíveis investidores pensam dela. Para poder lidar com essa situação é hora de mexer nas aplicações e transformá-las em renda para quitar as dívidas. Se tudo der certo, a próxima estratégia é começar a juntar uma parte do lucro em um fundo para enfrentar esse tipo de situação no futuro.

Fluxo de caixa

Com certeza o desempenho do fluxo de caixa é um dos indicadores que mostram facilmente se a empresa está com saúde ou não. Sua desorganização e a falta de gestão podem ser cruciais para o negócio.

Se ele vai mal é possível perceber que, provavelmente, o empreendimento está comprometido. A melhor maneira de lidar com esse problema é investindo em uma boa gestão, com planejamento e as entradas e saídas bem definidas.

Saber controlar os gastos, tantos fixos quanto variáveis, também é uma forma de ajudar a companhia a ter bons resultados e, enfim, chegar ao objetivo de ter saúde financeira.

Funcionários

Os colaboradores são extremamente importantes para qualquer empresa, afinal, são eles que fazem tudo funcionar. Por isso, não é à toa que o desempenho deles é um índice importante para a saúde dela.

Conhecido como turnover, esse indicador está relacionado com a rotatividade dos funcionários, isto é, com o número de demissões e contratações da empresa. Ter um número alto de desligamentos, mesmo para companhias de pequeno porte, não é um bom sinal.

Esse tipo de situação sempre leva a dois contratempos. Primeiramente os gastos, como os impostos trabalhistas, processos seletivos, etc. Depois, a adaptação do novo funcionário e o tempo que ele leva até entender como o empreendimento funciona.

A melhor forma de superar isso é investindo em treinamento e qualificação dos colaboradores que você já tem. Claro que, se eles não estiverem de acordo com os princípios do negócio, eles não devem ficar. Porém, muitas vezes é mais uma questão de gestão, inclusive, em relação à convivência entre os funcionários.

Estoque parado

É interessante perceber como o estoque tem uma relação direta com o  dinheiro da empresa. Isso quer dizer que se ele está parado significa que a companhia não está rendendo o suficiente.

É importante que ocorra uma movimentação desses produtos para que não fiquem obsoletos e se transformem em desperdício de renda. Afinal, os gastos com estoque não estão só ligados com a produção dos artigos, também tem relação com a reserva e a segurança.

Por isso, ter um controle do estoque, observando se os produtos não ficam parados por muito tempo e procurando medidas para resolver essa condição, negociações com os fornecedores e queimas de estoque podem ser boas estratégias para isso.

Custos fixos

Precisão é a palavra-chave quando falamos de custos fixos. Nesse caso, é muito interessante conhecê-los bem, afinal, eles fazem parte da estrutura da empresa e não mudam. Então, mesmo se a companhia estiver passando por dificuldades ou seja um imenso sucesso, eles ainda estarão lá e precisarão ser arcados.

Eles devem ser estáveis para não prejudicar a renda da companhia. O ideal é que seja feita uma comparação entre esses gastos e o quanto o empreendimento acumula, dessa maneira é possível um equilíbrio.

Caso exista uma diferença negativa, ou seja, mais gastos do que a companhia pode arcar, então há problemas. É hora de ver se esses custos são mesmo necessários e se eles estão ajudando a empresa a produzir. Se não, talvez seja hora de cortá-los.

 

 

Beijos, Daniela Scaion.

 

Master Coach com formação em Administração de Empresas com experiência de 16 anos em Setor Financeiro e Consultorias Empresariais com ênfase em Processos e Pessoas.

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